quinta-feira, abril 07, 2005

"INTERMISSION"
- Don't you want me to rub your penis with my feet?
- No... I think I'm cured.
- I must be strong, and god willing I will be.
- May I touch your vagina?
- I'd be delighted.

quarta-feira, março 23, 2005

Mateus 28

Verão Sueca
1
När sabbaten hade gått till ända, i gryningen till första veckodagen, kommo Maria från Magdala och den andra Maria för att se graven.
2
Då blev det en stor jordbävning; ty en Herrens ängel steg ned från himmelen och gick fram och vältrade bort stenen och satte sig på den.
3
Och han var att skåda såsom en ljungeld, och hans kläder voro vita såsom snö.
4
Och väktarna skälvde av förskräckelse för honom och blevo såsom döda.
5
Men ängeln talade och sade till kvinnorna: »Varen I icke förskräckta; jag vet att I söken Jesus, den korsfäste.
6
Han är icke här, ty han är uppstånden, såsom han hade förutsagt. Kommen hit, och sen platsen där han har legat.
7
Och gån så åstad med hast, och sägen till hans lärjungar att han är uppstånden från de döda. Och han skall före eder gå till Galileen; där skolen I få se honom. Jag har nu sagt eder det.»
8
Och de gingo med hast bort ifrån graven, under fruktan och med stor glädje, och skyndade åstad för att omtala det för hans lärjungar.
9
Men se, då kom Jesus emot dem och sade: »Hell eder!» Och de gingo fram och fattade om hans fötter och tillbådo honom.
10
Då sade Jesus till dem: »Frukten icke; gån åstad och omtalen detta för mina bröder, på det att de må gå till Galileen; där skola de få se mig.»
11
Men under det att de voro på vägen, kommo några av väktarna till staden och underrättade översteprästerna om allt det som hade hänt.
12
Då församlade sig dessa jämte de äldste; och sedan de hade fattat sitt beslut, gåvo de en ganska stor summa penningar åt krigsmännen
13
och sade: »Så skolen I säga: 'Hans lärjungar kommo om natten och stulo bort honom, medan vi sovo.'
14
Och om saken kommer för landshövdingens öron, så skola vi ställa honom till freds och sörja för, att I kunnen vara utan bekymmer.»
15
Och de togo emot penningarna och gjorde såsom man hade lärt dem. Och det talet utspriddes bland judarna och är gängse bland dem ännu i denna dag.
16
Men de elva lärjungarna begåvo sig till det berg i Galileen, dit Jesus hade bjudit dem att gå.
17
Och när de fingo se honom, tillbådo de honom. Dock funnos några som tvivlade.
18
Då trädde Jesus fram och talade till dem och sade: »Mig är given all makt i himmelen och på jorden.
19
Gån fördenskull ut och gören alla folk till lärjungar, döpande dem i Faderns och Sonens och den helige Andes namn,
20
lärande dem att hålla allt vad jag har befallt eder. Och se, jag är med eder alla dagar intill tidens ände.»

quinta-feira, março 17, 2005

Conjugação do verbo gangrenar

Eu gangreno
Tu gangrenas
Ele gangrena
Nós gangrenamos
Vós gangrenais
Eles gangrenam

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

Mais uma carta recebida no Unha Negra

Deitado no Prado, o homem-rã contemplava, com olhar idiota, "O Grande Masturbador" de Dali. De vez em quando soltava um coaxo e sobre si pendiam todas as atenções da sala em forma de couve-flor. Mas somente um grupo excursionista japonês, composto por 64 indivíduos e cinco siameses que partilhavam o mesmo dedo mindinho, o olhavam com um misto de reprovação e desdém. A um canto, dissimulada, uma mulher gorda e sebosa lambia sofregamente um gelado de periquito, ao mesmo tempo que apertava o mamilo do meio da Duquesa de Kent.
Na esplanada, um velho barbudo sorria embevecido para a sua sopa de tomate e anchovas - que se remexiam no prato. Um cão desdentado roía-lhe a bota feita de pele de argelino e o pé soltava gemidos, aterrorizado com o cenário tenebroso.
Em cima da estátua do pepino empinado estavam três lápis de cor - o amarelo mais escuro que o azul e o outro, o cor de salmão rançoso. A conversa entre eles era tão animada, mas tão animada mesmo, que nenhum reparou no norueguês de dois metros que surripiava uma moldura em madeira de pinho e, em menos de dez segundos, a transformou em lenha, acendendo uma fogueira para se aquecer.
É assim o Mundo lindo visto desta cela acolchoada deste maravilhoso manicómio.

Napoleão das Neves

terça-feira, fevereiro 01, 2005

Bordadeira agride à cotevelada uma colega de profissão
Santana, 01 Fev (Lusa) - Lurdes Vieira, bordadeira de profissão, agride com uma "explicável" cotevelada, uma colega de profissão. A vítima, de seu nome Laura ****** (não deu para perceber o segundo nome visto ser algo incompreensível quando saído daquela bocarra, agora sem dentes), ficou prostrada no chão e estranhamente a se queixar de uma perna.
Os motivos desta agressão (muito ao jeito dos jogadores do F.C.P) resultam do facto de a agressora se sentir frustrada com os valores da reforma que um dia (quem sabe quando) irá usufruir.
O Sidicato das Bordadeiras ponderam abrir um processo sumaríssimo à Sra. Lurdes Vieira, mas em virtude de a agressão ter sido "explicável" e, pelo facto de ter resultado num melhoramento do desempenho profissional da vítima (sem dentes consegue salivar melhor e molhar com mais facilidade as linhas), a resolução deste caso poderá levar muito a se concluir.

quarta-feira, outubro 20, 2004

Miga Amagal vai teg uma gefogma de 18 mil eugos, cegca de 3600 contos.

A notícia não é nova mas vale a pena seg gelembgada nem que se pelo facto da pegsonagem seg uma daquelas figugas cagicatas da política nacional. Coitadinho do Miga Amagal que paga além de passag a gecebeg essa gefogma misegável tem um pgoblema de salivação. O tipo acumula saliva naquela bocagga de iguana dos Galápagos que é uma coisa impgessionante. Hoje, à hoga do almoço, fiquei enojado com uma entgevista que o Miga deu à TVI. Aquilo ega saliva pog todos os lados – até pagecia uma cena de um filme hagdcoge (no momento da gozação). Coitadinho que nem dinheiginho tem paga pagag um tgatamento. Ah, não sei se gepagam que o tipo tem também um pgoblema com os “egges”.

quinta-feira, outubro 14, 2004

Isto parece brincadeira, mas não é...

O SILÊNCIO DAS PIMPINELAS

Isto é, às vezes esqueço-me de mim
e surpreendo-me quando me lembro do infinito
silêncio das pimpinelas. Das pimpinelas verdes
desarrumadas nas latadas da vinha por sobre
as janelas verdes da casa. Das pimpinelas persistentes
de que ninguém particularmente cuidava
e nasciam, morriam e renasciam em estações incógnitas
e sempre verdes como as vinhas das latadas. Pimpinelas
aguadas - como devem ser todas as pimpinelas -
e verdes para se confundirem com as sombras verdes
de todos os vinhedos do meu avô. Verdes e silenciosas
como as folhas dos vinhedos que deitavam
sombra no quintal e cheiravam a nada, como aliás creio
devem cheirar todas as outras pimpinelas que se misturam
com outros vinhedos nos inúmeros quintais
de todas as outras velhas casas rotuladas de vizinhança.

Pimpinelas que só deixavam de vestir
a sua importância aguada e verde, às vezes branca,
quando chegava a páscoa e a mãe começava a falar
de inhame. Nessas alturas faltava-nos água na boca
e iniciava-se o ciclo da transformação da festa da pimpinela
no dia a dia do inhame. Então a mãe ria-se e o pai disfarçava:
lá venha agora o inhame, resignando-se, enquanto o prato
recebia a cor lilás e a gente varria para trás da porta
as esquecidas folhas do vinhedo.

José António Gonçalves (poeta versus humildade)
(in «As Memórias da Casa de Pedra»,
Ed. Arguim Editora Regionalista, 2002)

terça-feira, setembro 28, 2004

SLOGANS do Sindicato dos Nanicos Armados Em Gente Grande

O Sindicato dos Nanicos Armados Em Gente Grande vem por este meio divulgar os futuros slogans a usar nas próximas manifs. (as próximas manifs são, como já era de esperar, realizadas em conjunto com o Sindicato dos Gigantones)

- Força...
- Abaixo...
- Queremos...
- Mais...
- Onde...
- Agora...
- Justiça...
- Não...
- Santana...
- Bagão...
- Pinto...
- A Luta...


sexta-feira, julho 23, 2004

A Verdadeira história do Capuchinho Vermelho (versão compacta em código Morse para submarinos)

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sexta-feira, julho 09, 2004

El Greco

O greco Zagorakis (filho da puta) ganhou o prémio de melhor jogador do Europeu de Futebol [raios (es)parta]! O maldito do cabrão ainda por cima é um grande maricas (filho da puta); olhem só o que o gajo afirmou:

φωτεινός σταδιακό τελείωμα ενός έργου όπως προσόν αυτόs έδωσα the έναs πανδοχείο στο υπερβολή όπως συμμορία logo στο σταδιακό τελείωμα ενός έργου όπως προσόν , πού the έναs Ελλάδα αυτόs μουσικό συγκρότημα - σε περίπτωση που στο Ισπανία και μακριά the έναs Ουκρανία από το τελικός σκηνή. Éναs μεσαίος στο οκτώ βγαίνω ραντεβού αυτόs μπορεί δίνω bevy οξύς στο breathtaking περπατώ Ελληνικός , στο μακρύς από το helιnicos έχω κράτησα δικό τουs μέσα έναs όπως έξι νικητής. στο τελικός σκηνή συμμορία καπετάνιος από Otto Rehhagel αυτόs πήγα νικητήs αντίπαλοι θεώρησα περισσότερο , όσον αφορά σε περίπτωση που ιερός σαμπάνια του Ευρώπη.

Agora a tradução:

Eu sou o maior! Não me importa que digam que sou de pila curtinha, mas também não faço grande uso desse apêndice ridículo. Faço broches a cavalos (como qualquer grego que se preze) de 3 em 3 horas. Os portugueses andam armados em machões mas eu bem vi que o Nuno Gomes andava a se fazer a mim (o gajo até é Bonitinha). No balneário fazemos grandes orgias, o Otto Rehhagel põe-se em cuecas e com uma toalha na mão dá-nos pancadinhas no rabiosque.


sábado, abril 03, 2004

Sexta-feira Santa

Ok, confesso que comi ontem carne ao almoço. Ontem foi Sexta-feira e a oito dias da FAMOSA Sexta-feira-Santa.
Mas como comi uma Feijoada à Brasileira (e como a carne estava disfarçada entre o feijão) acho que o Big Big Brother não deve ter reparado nesse pecado. Na próxima semana tenho de arranjar uma outra estratégia para ver se escapo à ira do Big Big Brother. Estou a pensar comer Vazia (como já expliquei anteriormente, a vazia é aquela parte da vaca onde não existe nada - está vazio) ou então Osso Buco (o gajo vai pensar que eu estou a comer um osso... ah ah ah - gargalhadas alucinantes).

PS1. Um amigo meu diz que não poder comer carne na Sexta-feira Santa é uma manobra do Jota Cristo para promover e escoar o peixe que havia em excesso na altura. Tem alguma lógica tendo em conta que o gajo era amigo dos pescadores.

PS2. Brevemente, aqui neste Blog, uma versão da Bíblia actuazilada/aperfeiçoada pelo Unha Negra.

segunda-feira, março 15, 2004

Ai se eu um dia fosse o teu olhar

Kaksituhatta vuotta sitten, maakuntasotien aikana,|Kiina oli jakaantunut 7 kuningaskuntaan.
Vuosia he sotivat,|samalla kun ihmiset kärsivät.
Qin´n kuningas oli häikäilemättömin yrityksissään -
vallata maa ja yhdistää kaikki taivaan alla.
Muut kuusi kuningaskuntaa|pitivät häntä yleisenä uhkana.
Kiinan historiankirjat ovat täynnä tarinoita -
salamurhaajista, joita oli lähetetty|tappamaan suuri kuningas.
Tämä on yksi legendoista...
Jäin orvoksi pienenä.
Minulla ei ollut nimeä,|joten minua kutsuttiin "nimettömäksi".
En ollut kukaan,|opettelin miekkailutaitoja.
10 vuoden harjoituksen jälkeen,|olin taidokas.
Qin´n kuningas on kutsunut minut luokseen.
Tekoni olivat hämmästyttäneet kuningaskuntaa.
Hänen Majesteetin kutsusta|toimme mahtavat soturit -
Taivas, Lentävä Lumi ja Rikkinäinen Miekka
Kolme salamurhaajaa Zhaosta -
ovat uhanneet Hänen Majesteettia 10 vuotta.
Hän ei ole tuntenut rauhaa.
Kaikkien hämmästykseksi -
Qin´n suuri soturi on lyönyt heidät.
Hänen Majesteetti voi|vihdoin nukkua yönsä rauhassa!
Iloitkaa Kuningastamme!
Tämä taivaan lähettämä soturi|on tuhonnut salamurhaajat
Kutsukaa soturi!
Pysy 100 askeleen päässä Hänen Majesteetista -
tai sinut teloitetaan.|Älä unohda sitä.
Kenenkään ei sallita tulla|100 askeleen päähän minusta.
Tiedätkö miksi?
Salamurhaajien vuoksi.
Siksi olen tässä haarniskassa.
Olet poistanut uhan yltäni.
Miten minun pitäisi palkita sinut?
Tein sen Qin´n tähden,|en palkkion vuoksi.
Saavutukset täytyy palkita.
Taivaan hopeaterä -
haavoitti monia urheita sotureita.

quinta-feira, fevereiro 19, 2004

Transcrição de uma conversa telefónica entre o Fednando Seada e a jornauista Judite.

Judite - Tou... Fednando, quedido, demodas muito a chegad a casa?

Fednando - Se caiar minha uinda. Ainda vou por o automoveue a uavar. Está cheio de uama da viagem que fizemos ao Auentejo!

Judite - Amod, o que quedes pada o jantad?

Fednando - Sei ua... Tauvez um caudinho de gauinha. Daqueues com massinha de uetras.

Judite - De letdas não compdei. Tenho é de padafusos. E não me apetece nada said agoda pada id ao hipedmedcado!

Fednando - Oia faz uma sauada. Com muita auface e ceboua.

Judite - E pada sobdemesa o que pdefedes?

Fednando - Ueite creme com moio de chocouate... Daqueue deuicioso. Oia podíamos jantar ao uar...

Judite - Que domantico. Isto pdomete... Vou começad já a fazed. Não te demodes. E guia devagad.

Fednando - Vou ser uigeiro. Até uogo.

Monsenhor Nietzche

domingo, fevereiro 08, 2004

Adília Lopes - uma mulher e framboesa


Memórias das Infâncias





Gostávamos muito de doce de framboesa

e deram-nos um prato com mais doce de framboesa

do que era costume

mas

a nossa criada a nossa tia-avó no doce de framboesa

para nosso bem

porque estávamos doentes

esconderam colheres do remédio

que sabia mal

o doce de framboesa não sabia à mesma coisa

e tinha fiapos brancos

isso aconteceu-nos uma vez e chegou

nunca mais demos pulos por ir haver

doce de framboesa à sobremesa

nunca mais demos pulos nenhuns

não podemos dizer

como o remédio da nossa infância sabia mal !

como era doce o doce de framboesa da nossa infância !

ao descobrir a mistura

do doce de framboesa com o remédio

ficámos calados

depois ouvimos falar da entropia

aprendemos que não se separa de graça

o doce de framboesa do remédio misturados

é assim nos livros

é assim nas infâncias

e os livros são como as infâncias

que são como as pombinhas da Catrina

uma é minha

outra é tua

outra é de outra pessoa



In – Adília Lopes –OBRA – O Decote da Dama de Espadas, pag. 107, Ed. Mariposa Azual, Lisboa 2001

segunda-feira, fevereiro 02, 2004

A origem do Broche

A palavra Broche é um estrangeirismo cuja origem está na expressão inglesa "brush the teeth". Escovar dentes exige alguma perícia e movimentos cíclicos tal como o broche! A palavra brush dita com algum sotaque "aportuguesado" dá: Broche! Daí esta minha tese que, comprovei/estudei, com as minhas amigas profissionais do sexo.
Próximas palavras alvo de estudo:
- Minete
- Pão-de-ló
- Bufo